Porto Alegre - Dezoito dias depois de a Polícia Civil indiciar três e concluir que ex-secretário da saúde da capital, Eliseu Felippe Santos, foi vítima de latrocínio (roubo com morte), o Ministério Público vem com a denúncia de mais cinco pessoas e traz um novo motivo: execução. A nova versão, divulgada ontem, aponta uma vingança em decorrência de denúncias de propinas no serviço público. Um advogado assessor de Eliseu, demitido por supostas cobranças de propina a uma empresa de segurança privada, teria organizado o crime com a própria firma achacada, que por causa das denúncias havia perdido um antigo contrato de vigilância nos postos de saúde de Porto Alegre.
Para o cumprimento das prisões preventivas, decretadas ontem pela 1.ª Vara de Júri de Porto Alegre, o Ministério Público contou com 40 policiais do Batalhão de Operações Especiais da Brigada Militar. Eles prenderam, por volta das 16 horas, Marcelo Dias Souza em Sapucaia do Sul e Marcelo Machado Pio no bairro Cefer 1, na capital. "Estava na praia no dia do crime. Eu sou inocente. Isso é uma palhaçada", diz Pio.
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sexta-feira, 2 de abril de 2010
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